LA BARCA FUTEBOL CLUBE

Leandro – Não chega a ser um Zapata, nem um Vinícius (é muito melhor). Nota 6

Kiko – Muito esforço, dedicação, empenho, atenção, concentração, transpiração e o mesmo futebol de sempre. Nota 6

Róbson – Desembocado. Começou mal, mas depois piorou um pouco. Mas valeu pela parceria. Nota 5

Cléber – Estava indo bem até ser expulso de campo pelo Adriano. Nota 6,5

Viniba – Voltou em grande estilo. Comandou a defesa, xingou o juiz, elogiou os companheiros, reclamou dos adversários, gritou o tempo todo, bebeu água gelada e mesmo assim não perdeu a voz. A melhor coisa no seu retorno foi o fato que o jogo passou a ter um narrador. Nota 7

Rafinha – o nego véio encheu o time de primo e sobrinho e agora se vê na obrigação de jogar o fino da bola para não se tornar obsoleto. Estava em estado de graça e marcou – sem querer – o seu primeiro gol pelo La Barca. Nota 7,5

Natan – Outro que voltou em grande estilo. Fez um primeiro tempo de luxo. No segundo, o time sem ele, teve problemas para acertar o meio-campo. Nota 7

Dudu – Apareceu com um corte de cabelo nada ortodoxo. Esteve um pouco abaixo do seu futebol, mas melhorou o visual. Nota 6,5

William – A mais nova revelação da família Rafinha jogou com personalidade. Jogou firme e ajudou na marcação. Nota 6,5

Marcos Vinícius – O nosso Papa-Léguas correu demasiadamente. O time tava a 80 km/h e ele a 150. Iria ganhar um 5, mas falhou no lance que originou o gol adversário e acabou expulso. Fica com Nota 4,8.

Pedrinho – Entrou bem no primeiro tempo, mas no segundo teve dificuldades em acertar o posionamento. Não teve uma atuação espetacular, mas sempre apresenta uma boa dica de cinema. “O Discurso do Rei”, “Rede Social” e “Bravura Indômita” são as suas indicações para o final de semana. Nota 6

Diego – Segundo números apresentados pela sua assessoria de imprensa, o nosso camisa 10 teve:
12 passes certos, 2 assistências que resultaram em gol, 4 canestas, 1 chute a gol e ainda recebeu 2 “tapa nos beiço”. Tá querendo nota. Nota 7
Júnior – O futebol dele encolheu com a chuva. O maior goleador da história do La Barca vive uma má fase que já dura meses. Ele parece uma mistura de Leandro Damião com Washington. Do primeiro herdou a facilidade para perder gols e do segundo, a longa série sem marcar. Nota 5

Ben-Hur – Imitando um clone, foi muito bem. O segundo gol do La Barca, creditado a ele, foi feito completamente sem querer. Mas estava ali, na área, bem posicionado. Nota 6

Fernando – Como navegador, um fiasco. Esqueceu o GPS, não soube ler o mapa e foi um dos responsáveis diretos pela confusão criada na excursão. Mas no campo se redimiu ao marcar um golaço. Perdeu-se na Tabaí, mas achou o caminho do gol. Nota 7

Adriano – Esse foi a figura do jogo. O sogro do Vinícius é o cara mais fominha que já vestiu a camisa do La Barca. Começou no ataque e terminou na defesa. Se precisassem, jogaria como goleiro. Nota 5

Comments are closed.